15 jun 2010

Diante da constante evolução do teste de software necessitando cada vez mais de rapidez e agilidade no processo, a automação se torna a palavra chave para suprir esta necessidade.

Embora exija um tempo maior de elaboração dos casos de teste e o acréscimo de tempo para a criação dos scripts de teste, a automação evita o retrabalho, pois facilita o teste de regressão, viabilizando a execução de testes em telas já homologadas, garantindo que as funcionalidades testadas não apresentam falhas após a implantação de novas funcionalidades.

Uma vez gerado o script, é possível validar inúmeros casos de teste, realizar testes de regressão quantas vezes forem necessárias e alterar os scripts reaproveitando-os para a elaboração de novos testes automatizados (desde que a ferramenta permita), além de garantir que os passos foram seguidos exatamente como nos testes anteriores.

As ferramentas para automação oferecem diversas formas de gerar scripts, sendo necessário ou não, conhecer alguma linguagem de programação. Uma das técnicas conhecidas é o keyword-driven, no qual é preciso apenas da palavra-chave, do parâmetro e do comando específico para a execução dos testes. Já a outra técnica conhecida como data-driven é necessário usar uma linguagem de programação de acordo com a ferramenta.

A automação trás muitos benefícios, desde que a empresa tenha um processo que gerencie os scripts de teste adequadamente, utilize a ferramenta que se adapte as necessidades técnicas do projeto e saiba definir os casos de teste a serem automatizados. Afinal, a automação serve para auxiliar o testador e não substitui os testes manuais.

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