
Com o passar dos anos as organizações estão cada vez mais preocupadas com a performance de suas aplicações. Com o grande crescimento da web, as aplicações Saas (Software as a service) vêm crescendo proporcionalmente e a facilidade de acesso muitas vezes comprometem a performance dos sistemas. Medir esforços apenas no projeto, implementação e requisitos funcionais são coisas do passado, pois com o avanço tecnológico, os requisitos não-funcionais do sistema, como o desempenho, são fundamentais para a qualidade do software.
Uma página web, por exemplo, não deve levar mais que sete ou oito segundos para aparecer completamente, pois o ser humano, por natureza, não espera muito tempo para uma página web ser carregada, e a conseqüência neste caso é certa, o usuário irá se aborrecer e sair do site ou ter uma imagem negativa da aplicação web. Sendo assim a necessidade de efetuar testes que validem a robustez e a estabilidade da arquitetura projetada, bem como seus requisitos não-funcionais, deve tornar-se um hábito no processo de desenvolvimento de software, e assim evitar problemas futuros.
A velocidade e estabilidade das aplicações interferem totalmente na confiança do usuário final. Estes fatores, dentre outros como escalabilidade e vazão são muito importantes e devem ser avaliados nos testes de performance.
O usuário final não está interessado em saber sobre a estrutura, ou por onde passa o request da aplicação, o importante, e o que ele precisa saber, é se a aplicação é rápida, e é obrigação da empresa responsável pelo software saber se o tempo de resposta da aplicação está confortável para o usuário, pois, o que para o desenvolvedor pode ser rápido, para o usuário não é viável por ser considerado lento.
Analisando a realidade das Softwares Houses , mediante a reta final de um projeto e a pressão do cliente, a performance do sistema é um dos primeiros pontos a gerar problemas, por esse motivo, o teste de performance deve ser parte de todo o processo de desenvolvimento, evitando problemas causados pela pressão e tendo como objetivo a eliminação de possíveis gargalos que possam existir no software, resultando assim em benefícios significativos.
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Algumas pessoas mencionam que o termo “bug” foi usado pela primeira vez em 1878, por Thomas Edison, quando um inseto causou um erro de leitura em seu fonógrafo.
Mas com o mesmo significado que usamos atualmente (voltado a computadores), foi usado por Grace Hopper em 1945. Nesta época, os computadores não eram como os que temos hoje, “pessoais”, leves e pequenos. Eles eram gigantescos, movidos a válvulas e ocupavam até um andar inteiro de um prédio.
Durante o desenvolvimento do Mark II (nome dado ao computador), aconteceu um problema de funcionamento. Os pesquisadores passaram 3 dias para descobrir qual o problema que estava acontecendo com o computador.
O problema era: um inseto (bug) morreu torrado e queimou um relê que era utilizado para o cálculo de funções booleanas.
E a partir daí o termo “bug” passou a ser utilizado quando ocorrem problemas relacionados a computadores.
A baixo uma foto do ENIAC (1946).

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Nós da Quality Test nos identificamos muito com esta imagem. Sabe por quê?
A visão das águias é muito aguçada. Mesmo voando em alturas elevadas, planando e elevando-se, localizam uma presa a centenas de metros de distância, e então se lançam ao ataque, apanhando o animal com suas garras.
A águia tem sucesso em sua caça devido a sua velocidade em ação, sua excelente visão e a capacidade de identificar sua preza dentro de tudo o que está em seu campo de visão. Essas qualidades também são encontradas em boas equipes de teste, além da velocidade durante os testes, precisa usar o sentido da visão para buscar bugs mesmo quando difíceis de encontrar.
Outro fato que gostamos muito, é que segundo especialistas as águias nunca fazem o mesmo voo, elas sempre superam o voo anterior. E neste espírito empreendedor, é que sempre buscamos nos superar, tanto em qualidade quanto em eficácia em nossos serviços.
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